Desenvolvido pela Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) e a Universidade Federal do Ceará (UFC), o projeto Interculturalidade e Farmácias Vivas busca integrar os saberes ancestrais dos povos indígenas à ciência, por meio da produção de fitoterápicos cultivados em territórios indígenas. A iniciativa fortalece a política de Farmácia Viva no Ceará e amplia o uso seguro e qualificado de plantas medicinais na assistência à saúde.
Espécies como guanxuma, malva-santa, confrei e anador passam a integrar oficialmente a rede pública de saúde, contribuindo para a oferta de medicamentos padronizados e drogas vegetais de qualidade, além de valorizar o conhecimento tradicional no Sistema Único de Saúde (SUS). A partir dessas plantas, serão produzidos xaropes, lambedores, pomadas, elixires e outros fitoterápicos destinados à assistência farmacêutica.
A iniciativa tem como foco dar maior visibilidade à medicina indígena e ampliar a utilização de plantas medicinais pelas equipes de saúde, promovendo o diálogo entre os conhecimentos tradicionais e a prática científica. A produção dos fitoterápicos está na fase final de preparação e a expectativa é que os primeiros produtos sejam distribuídos, inicialmente, em municípios cearenses com aldeias indígenas, fortalecendo a política de Farmácia Viva e o acesso da população indígena a terapias seguras e de qualidade.
Leia a matéria completa e conheça mais detalhes sobre a iniciativa no link: https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/saberes-indigenas-do-ce-chegarao-ao-sus-em-projeto-com-10-plantas-medicinais-1.3774417