
Prezados(as) farmacêuticos(as),
O Conselho Regional de Farmácia do Ceará (CRF-CE) em parceria com a sua Comissão de Saúde e Cuidado Farmacêutico para População Lgbtqiapn+, Povos Originários, Negros e Outras Populações Vulnerabilizadas atentos ao papel essencial do farmacêutico como profissional de saúde acessível à população, reforça a importância da atuação frente a possíveis situações de violência contra a mulher.
Muitas vezes, a farmácia é um dos primeiros pontos de contato dessas mulheres com o sistema de saúde. Por isso, é fundamental estarmos preparados para identificar sinais e agir de forma ética, segura e acolhedora.
A seguir, destacamos orientações práticas para o atendimento:
1. Atenção aos sinais de alerta
2. Abordagem acolhedora e segura
3. O que NÃO fazer
4. Encaminhamento e rede de apoio
5. Registro e conduta profissional
6. O papel do farmacêutico
O farmacêutico pode ser peça-chave na identificação precoce e no acolhimento inicial, contribuindo para romper ciclos de violência e salvar vidas.
Reforçamos que o cuidado vai além da dispensação de medicamentos — envolve empatia, responsabilidade social e compromisso com a dignidade humana.
Contamos com o engajamento de todos(as).