Já fez uso de medicamentos sem prescrição para tratar de febre, uma dor muscular ou azia, por parecer um problema simples?
Longe de ser uma solução rápida, a automedicação pode trazer consequências mais graves do que se imagina: intoxicações, reações alérgicas, dependência e, em alguns casos, o óbito.

A OMS destaca em seus levantamentos que mais de 50% de todas as drogas receitadas no planeta são dispensáveis ou vendidas de forma inadequada. Além disso, aproximadamente 1/3 da população não tem o necessário acesso aos medicamentos essenciais e metade dos pacientes de todo o mundo tomam os medicamentos de forma incorreta.
No Brasil, dados da Pesquisa Nacional de Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM) revelaram que o predomínio da automedicação no Brasil foi de 16,1%, com destaque para a utilização de relaxantes musculares e analgésicos.


O Sistema CFF/CRFs caminha junto da Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Desafio Global pela Segurança do Paciente. A iniciativa tem a meta de reduzir em 50% os danos graves pelo mau uso dos medicamentos, nos próximos quatro anos.


Evite a automedicação. Ao usar medicamentos, consulte sempre um farmacêutico.
Saiba mais: http://migre.me/wwGF1 (arquivos em inglês)

Fonte: Conselho Federal de Farmácia – CFF

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